Deus não está morto

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Muitas pessoas que assistiram o filme “Deus não está morto” gostaram e recomendaram, por isso resolvi assistir. Primeiramente quero deixar bem claro que acredito em Deus, mas não sigo nenhuma religião, é uma escolha que fiz para minha vida e tentarei ser o máximo imparcial possível nessa resenha, pois cada um é livre para acreditar no que quiser.

O filme é sobre Josh Wheaton, um calouro na universidade que faz parte da classe de um professor de filosofia que é ateu. Josh se recusa a escrever em um papel que Deus não existe, o professor o desafia a provar a existência de Deus, começa assim, debates sobre a existência ou não deste.

O que vi no filme foi uma forma de vender o Cristianismo e mostrar que este é o caminho certo, como estudante de publicidade, tenho em mente que foi uma forma esperta de fazê-lo e que provavelmente funcionou, trazendo pessoas à religião. Há uma parte do filme que eles falam sobre livre arbítrio, que podemos escolher em que acreditar, mas o filme todo é como se estivessem tentando converter as personagens e telespectadores em cristãos, o que achei contraditório e errado. O filme não é imparcial e mostra praticamente um lado, fazendo com que os ateus pareçam maus e os cristãos bons.

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Mas o filme também tem pontos positivos, ele mostra pontos a serem refletidos e que merecem discussões (não brigas!), além disso, a personagem Josh não desiste daquilo que acredita ser o correto, ele não desiste do seu objetivo e é um ponto que deve ser ressaltado, seja o que for  que acredite, não deixe ser influenciado por outras pessoas, tenha sua própria opinião.

Essa foi minha percepção do filme, espero que assistam e me digam o que acharam!

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Xoxo

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4 comentários sobre “Deus não está morto

  1. Assisti ao filme, e gostei muito! Não posso negar, sou cristã e mediante a assuntos assim, também tento ser imparcial.
    Concordo com o que você disse, porém teve o outro lado da história! Antes de “tentar converter as personagens e telespectadores em cristãos” como você mencionou, o professor quis fazer isso primeiro. Por um motivo íntimo e unicamente dele, o professor quis que todos os alunos “assumissem” que odiavam a Deus. O que Josh fez, a mando de seu professor, foi tentar mostrar o outro lado da moeda, ou seja: convencer!
    Sem querer puxar a sardinha pra um lado ou para o outro, mas ambas a partes, tanto Josh quanto o professor, queriam a mesma coisa! E, se Josh conseguiu “ganhar” (mesmo que isso não se trate de um jogo), o próprio professor reconheceu suas falhas e seus erros.
    A ideia do filme não é mostrar quem acerta ou erra, mas sim mostrar que temos o livre arbítrio e que não podemos e nem devemos seguir apenas uma opinião e ignorar todos os outros fatos existentes.
    Beijos ♥

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