Cidades de papel

Cidades-de-Papel

Olá pessoas!!

Comemorando o aniversário do gênio e mestre John Green, resolvi fazer a resenha de Cidades de Papel hoje, afinal, não é todo dia que um escritor tão bom faz aniversário não é mesmo? E não me venha com aquela história de “ai John Green é modinha”, pois se é modinha quero estar dentro dela, afinal, só quem já leu sabe o quanto os livros dele são cativantes, engraçados e lhe ensinam muito.

Acabei de ler o livro essa semana e fiquei triste ao acabá-lo, pois queria mais e mais dele. A história é sobre Quentin, também chamado de Q, que está no seu último ano no colégio e desde pequeno é apaixonado pela sua vizinha Margo Spielgelman. Um dia, quando eles tinham 10 anos, eles foram ao parque andar de bicicleta e lá encontraram um cara morto, Margo então fala que os fios do morto haviam se arrebentado e isso não sai mais da cabeça de Q. Depois do acontecido eles não são mais amigos como eram, Margo se torna popular no colégio, e eles se afastam. Mas durante uma madrugada, Margo invade o quarto de Quentin pela janela, pedindo ajuda para ele e então ambos voltam a se reaproximar.

“Quanto mais eu trabalho, mais percebo que os seres humanos carecem de bons espelhos. É muito difícil para qualquer um mostrar a nós como somos de fato, e é muito difícil para nós mostrarmos aos outros o que sentimos.”

O livro é MUITO engraçado, do tipo que lhe fará rir alto e se estiver em um local público as pessoas vão pensar que é louca ou algo do tipo (aconteceu comigo, não pude evitar!). As personagens são muito bem construídas, o que acho ser uma forte qualidade de John Green, ele é capaz de criar as personagens, da forma que se sente íntimo deles. Outra marca do autor são as metáforas, sim, também há algumas metáforas nesse livro, assim como nos outros dele. 

No início não estava muito entusiasmada com o livro, mas quando foi chegando na metade, foi ficando cada vez melhor e queria descobrir no final, mas não terminá-lo haha! Por isso, recomendo muito.

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Xoxo

leeee

 

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6 comentários sobre “Cidades de papel

    • Olá!
      Sim, também tinha muito interesse no título e neste livro o significado fica bem claro, além de descobrir quase que no início do livro, o que torna tudo muito mais legal..
      Beijos

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